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Uma maneira divertida e saudável
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André Dantas Dentre os chamados esportes radicais, cuja popularidade vem aumentando consideravelmente nos últimos tempos, o arvorismo é um dos mais acessíveis. A premissa básica é oferecer ao praticante uma oportunidade de apreciar a mata de uma perspectiva diferente: da copa das árvores. Quem se aventura na atividade precisa transpor obstáculos a 10 metros de altura, cruzando pontes suspensas, escalando e passando por tirolesas entre as inúmeras passarelas construídas entre as árvores. O nível de dificuldade varia de percurso para percurso, mas em geral não é um fator que limita a possibilidade das pessoas muito jovens ou de mais idade praticarem o arvorismo. Criado por pesquisadores como uma maneira eficiente de estudar a fauna e a flora da copa das árvores sem precisar subir e descer a todo o momento, a modalidade difundiu-se entre os apaixonados pelo esporte de aventura. A cidade de Brotas, no interior de São Paulo, considerada a capital brasileira dos esportes radicais, foi a primeira a contar com um percurso de arvorismo no país. Hoje já é possível praticar o esporte em diversos Estados do Brasil, que em razão de suas belezas naturais conta com um potencial de crescimento muito grande para o turismo de aventura. Henrique Ferrer, instrutor de arvorismo do Grêmio Londrinense, afirma que a prática beneficia não só o corpo, mas também a mente: “Muita gente que vem aqui diz que se sente melhor em relação ao equilíbrio, perde o medo de altura e aprende a encarar os desafios”. |
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