Coleta seletiva

 

Jaqueline Frizon

A coleta seletiva é uma alternativa ecologicamente correta que desvia do destino em aterros sanitários ou lixões, os resíduos sólidos que podem ser reciclados. Para facilitar e tonar mais eficiente a recuperação destes materiais, a separação dos resíduos urbanos deve levar em conta suas propriedades e também o destino que lhes pode ser dado.

Após a coleta, o lixo passa por uma triagem e, em seguida, para o escoamento, permitindo a redução final do volume de lixo para a disposição em aterros.

Em Londrina, 100 toneladas de lixo reciclável são recolhidas por dia - é o melhor índice de seleção de lixo reciclável da América Latina, de acordo com o núcleo de Comunicação da Prefeitura.

O coordenador da coleta seletiva da CMTU (Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização), José Paulo da Silva, acredita que o londrinense está conscientizado da importância da coleta para a melhoria da cidade como um todo. "De 35% do ideal de coleta, temos aqui em Londrina 23% de lixo reciclável", isso foi uma auditoria feita pela Fundação Getulio Vargas completa José Paulo.

A prefeitura, no entanto, tem de garantir a reciclagem para que, assim, os moradores possam separar o lixo sabendo que haverá um destino certo.

A CMTU garante que o cidadão que ainda não separa o lixo, vai separar quando passar a ser obrigatório. "Algumas pessoas só vão separar o lixo quando receberem multas por não ter separado", assinala José Paulo da Silva.

Obrigatória ou não, a conscientização é a melhor maneira para que a coleta seletiva seja potencializada. A importância do ato reflete no meio ambiente e na saúde das pessoas.

Foto: Divulgação


 
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